Por Michelli Machado
Os alunos do curso “Escrever a história: memória, comunidade e patrimônio educativo” tiveram uma atividade diferente na noite dessa quarta-feira, 23 de setembro. O grupo participou de uma visita guiada ao Memorial Jesuíta no Campus São Leopoldo na Unisinos, onde o Pe. e professor Felipe Soriano, responsável pelo espaço, contou a história de Santo Inácio de Loyola através das pinturas dos painéis que funcionam como um marco temporal desde os anos de 1491 até a criação da Unisinos. O Jesuíta também explicou a origem das peças e a história por traz de cada item exposto no memorial.






De acordo com a coordenadora do curso, Luciane Grazziotin, a atividade propôs reflexões sobre a importância da preservação documental e sobre quem preserva, por que preserva e como as coisas funcionam dentro de uma perspectiva patrimonial. “O objetivo da visita a um dos maiores acervos de documentos, não só escolares, mas de documentos de todas as ordens, juntamente com pinturas em murais e com museus, foi despertar o olhar e sensibilizar cada um dos participantes. Além de destacar a importância da preservação, e o papel da Unisinos nesse processo de conservação, fazendo a curadoria e a gestão desse material”, destacou.
Para Luciane, o patrimônio de modo geral e o patrimônio que está preservado na Unisinos são fundamentais para compreender o passado e a trajetória histórica em várias dimensões a partir das documentações preservadas. “Um arquivo, um acervo, um mural histórico, um museu, são todos espaços de memória é por meio deles que se consegue construir a história”, enfatizou.


A atividade faz parte das ações do eixo Escrever que busca instrumentalizar docentes e acadêmicos para a preservação, registro e valorização da memória escolar e do patrimônio histórico. Ao aproximar os estudantes do acervo histórico e dos marcos preservados na Universidade, a visita vivencial fortalece a compreensão de que a memória é a matéria-prima indispensável para a construção da história.
